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Curso Grátis Pesquisas Eleitorais
Aprenda, passo a passo, como planejar, aplicar e interpretar uma pesquisa eleitoral quantitativa. Neste curso gratuito do Hashdata Eleições, você vai entender desde os conceitos básicos até a análise dos resultados, aplicados na prática, com a utilização do Hashdata.


Você ainda acha que margem de erro de 5 pontos invalida uma pesquisa eleitoral?
Existe uma crença que circula em assessorias políticas, coordenações de campanha e até em redações de veículos que cobrem eleições: pesquisa com margem de erro acima de 4 pontos não é confiável. Margem de 5 pontos então é praticamente inútil. E qualquer resultado dentro dessa margem não pode ser usado para tomar decisão nenhuma. Essa crença está errada. E ela custa caro para as campanhas que a adotam, porque as leva a descartar dados válidos, a subestimar o valor de pesquisas

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4 de ago.5 min de leitura


Sua campanha já sabe onde o candidato é forte, onde está fraco e onde a rejeição bloqueia o crescimento? Se não sabe, agosto começa sem mapa.
O início oficial do período eleitoral está a menos de três semanas. A partir daí, a campanha começa formalmente. Os materiais vão para as ruas. A comunicação se intensifica. Os recursos começam a ser alocados com mais velocidade e menos margem para erro. E a pergunta que toda campanha deveria conseguir responder agora, antes do início oficial, é simples: você sabe onde o candidato é forte, onde está fraco e onde a rejeição já bloqueou o crescimento antes mesmo de a campanha c

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30 de jul.5 min de leitura


Por que simular respostas antes de publicar uma pesquisa eleitoral pode evitar erros que nenhuma correção posterior resolve?
Existe uma categoria de erro em pesquisa eleitoral que é diferente de todos os outros. Não é erro de amostra, que pode ser corrigido aumentando o número de entrevistas. Não é erro de tabulação, que pode ser corrigido revisando os cálculos. Não é erro de interpretação, que pode ser corrigido relendo os dados com mais atenção. É o erro de configuração do formulário. E ele não tem correção depois que as entrevistas foram realizadas. Um campo obrigatório que ficou como opcional e

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26 de jul.5 min de leitura


Você ainda confia na palavra do entrevistador para saber se a pesquisa foi feita onde deveria ser feita?
Existe uma pergunta que todo coordenador de pesquisa eleitoral deveria fazer antes de tabular qualquer dado: como eu sei que as entrevistas foram realizadas onde deveriam ser realizadas? A maioria dos coordenadores não faz essa pergunta. Não porque seja negligente. Porque durante décadas não havia outra resposta além de confiar na palavra do entrevistador. A supervisão presencial era impossível de escalar, o papel não deixava rastro verificável e a única evidência disponível

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25 de jul.5 min de leitura


O relatório eleitoral que seu cliente quer receber e o tempo que você ainda perde para entregar
Todo instituto de pesquisa eleitoral conhece esse momento. O campo encerrou. Os dados chegaram. O cliente está esperando. E a equipe ainda está no meio do processo de tabulação, montagem de gráficos e formatação do relatório que deveria ter sido entregue ontem. Esse intervalo entre o encerramento do campo e a entrega do relatório é onde institutos perdem clientes, perdem prazo e perdem credibilidade. Não por incompetência metodológica. Por ineficiência operacional num process

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22 de jul.5 min de leitura


O que é teto de voto e por que ignorá-lo é o erro estratégico mais caro de uma campanha?
Toda candidatura tem um limite. Um percentual máximo do eleitorado que, nas condições atuais, está disponível para aquele candidato. Esse limite não aparece na intenção de voto. Não aparece na aprovação da gestão. Não aparece em nenhuma métrica de engajamento de redes sociais. Ele aparece na rejeição. E é exatamente por isso que tantas campanhas investem tempo, dinheiro e energia numa direção que os dados já indicavam ser estruturalmente limitada, sem saber que o teto existia

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21 de jul.5 min de leitura


Você sabia que é possível acompanhar em tempo real quantas entrevistas cada pesquisador fez e em qual região enquanto o campo ainda está acontecendo?
Coordenar uma operação de campo em pesquisa eleitoral sem visibilidade em tempo real é como gerenciar uma equipe de vendas sem saber quantas visitas cada vendedor fez no dia. Você descobre o resultado no final. Mas não tem como intervir enquanto ainda há tempo. Essa é a realidade da maioria dos institutos de pesquisa eleitoral que ainda operam sem dashboard de acompanhamento. O campo acontece. Os pesquisadores saem. E o coordenador aguarda os dados chegarem para saber como fo

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13 de jul.4 min de leitura


Por que institutos sérios monitoram o tempo de resposta de cada entrevista e o que esse dado revela antes da tabulação?
Existe um número que a maioria dos institutos de pesquisa eleitoral nunca verifica antes de tabular os dados. Não é a margem de erro. Não é o tamanho da amostra. Não é a distribuição territorial. É o tempo que cada entrevistador levou para preencher cada formulário. Esse dado parece secundário à primeira vista. Na prática, é um dos indicadores mais reveladores sobre a qualidade da operação de campo. E ignorá-lo antes da tabulação é um erro que nenhuma análise posterior conseg

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12 de jul.4 min de leitura


O que acontece quando o entrevistador não vai ao campo e você só descobre depois que os dados chegam?
Todo coordenador de pesquisa eleitoral que já operou em escala conhece a sensação. Os dados chegam, a tabulação começa e alguma coisa não fecha. As respostas de um entrevistador específico são suspeitas demais. Os tempos de preenchimento estão abaixo de qualquer padrão razoável. As cotas da zona rural foram cumpridas por alguém que, quando você verifica, nunca saiu do centro da cidade. A investigação começa. E quanto mais você olha, mais fica claro que parte do campo não foi

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10 de jul.4 min de leitura


Por que série histórica de pesquisas vale mais do que uma única pesquisa bem feita?
Uma pesquisa eleitoral bem executada entrega uma fotografia. Ela mostra onde cada candidato está no momento em que as entrevistas foram realizadas, com a precisão estatística que a metodologia garante e dentro da margem de erro declarada. Uma série histórica de pesquisas entrega um filme. Ela mostra para onde cada candidato está caminhando, em que velocidade, em quais segmentos do eleitorado e em resposta a quais eventos da campanha. A diferença entre os dois não é de qualida

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7 de jul.4 min de leitura


Por que institutos sérios registram a localização de cada entrevista e o que isso muda na credibilidade do resultado?
Existe uma pergunta que todo cliente de pesquisa eleitoral deveria fazer antes de contratar qualquer instituto: como você comprova que as entrevistas foram realizadas onde deveriam ser realizadas? A maioria dos institutos não tem uma boa resposta para essa pergunta. Não porque sejam desonestos. Mas porque nunca construíram a infraestrutura que tornaria essa comprovação possível. O problema que ninguém fala abertamente Fraude de campo em pesquisa eleitoral é um problema real,

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5 de jul.4 min de leitura


O erro de questionário que faz o candidato da situação parecer mais forte do que realmente é
Existe um erro de construção de questionário eleitoral que aparece com frequência surpreendente em pesquisas municipais. Ele não é intencional na maioria dos casos. Não é resultado de má-fé do instituto nem de manipulação deliberada. É resultado de desconhecimento metodológico. E o efeito que produz é sempre o mesmo: o candidato da situação aparece com números melhores do que os que o eleitorado real sustentaria. Qual é o erro O erro é colocar a pergunta de avaliação da gestã

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3 de jul.4 min de leitura


Você sabia que intenção espontânea e intenção estimulada medem coisas completamente diferentes?
Todo questionário eleitoral quantitativo bem estruturado tem dois momentos distintos de medição de intenção de voto. O primeiro pergunta sem apresentar nenhum nome. O segundo apresenta a lista completa de candidatos. Parecem variações da mesma pergunta. Na prática, medem realidades completamente diferentes. E confundir os dois é um dos erros mais comuns na leitura de resultados eleitorais. O que cada uma mede de verdade A intenção espontânea é o termômetro mais honesto do pro

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2 de jul.3 min de leitura


Por que pesquisa eleitoral não é enquete e essa confusão custa eleições?
Toda semana aparece uma enquete nas redes sociais perguntando em quem as pessoas vão votar. Ela viraliza, gera comentários, e a campanha que encomendou comemora os números. O candidato está na frente. A equipe respira aliviada. O problema é que aquele número não vale nada estrategicamente. E tomar decisão de campanha com base nele é tão arriscado quanto não ter nenhum dado. O que diferencia uma pesquisa eleitoral de uma enquete A diferença não é de grau, é de natureza. Uma en

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29 de jun.3 min de leitura


Você ainda acha que variação entre duas rodadas de pesquisa significa crescimento ou queda do candidato?
Toda campanha que conduz pesquisas em série vive o mesmo momento: os resultados da segunda rodada chegam e a primeira pergunta é sempre a mesma. O candidato cresceu ou caiu? A resposta, na maioria das vezes, é mais complicada do que sim ou não. E entender por que é o que separa uma equipe que navega com dados de uma equipe que se ilude com eles. O problema com a comparação direta entre rodadas Quando uma pesquisa mostra que o candidato foi de 35% para 39% entre a primeira e a

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21 de jun.3 min de leitura


Você ainda acha que margem de erro mede tudo que pode dar errado numa pesquisa eleitoral?
Margem de erro é o número mais citado quando alguém tenta avaliar se uma pesquisa eleitoral é confiável. Três pontos percentuais, quatro pontos, cinco pontos: esses números aparecem em todo relatório e toda divulgação de pesquisa. E a maioria das pessoas interpreta a margem de erro como uma medida geral de qualidade da pesquisa. Quanto menor, melhor. Quanto maior, menos confiável. O problema é que essa interpretação está errada. O que a margem de erro realmente mede A margem

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15 de jun.2 min de leitura


Você sabia que uma pesquisa com 500 entrevistas pode ser menos confiável do que uma com 350?
Quando alguém pergunta se uma pesquisa eleitoral é confiável, a primeira coisa que verifica é o tamanho da amostra, quanto maior, melhor. Essa lógica parece óbvia, oproblema é que ela está incompleta. O tamanho da amostra é só metade da equação. A outra metade, que quase ninguém verifica, é a distribuição. E é exatamente essa metade que define se os números representam de fato o eleitorado do município ou apenas uma parte dele. O que significa distribuir a amostra corretament

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12 de jun.2 min de leitura


O candidato que perdeu a eleição porque a pesquisa estava certa e o questionário estava errado
A pesquisa estava pronta, os números tinham sido coletados, tabulados e apresentados à equipe. O candidato liderava com folga e a campanha decidiu manter a estratégia: reduzir o investimento nas últimas semanas e poupar recursos para o segundo turno que, segundo os dados, seria disputado com conforto. O resultado da eleição veio diferente, ocandidato perdeu no primeiro turno. Ninguém entendeu o que havia acontecido, pois os números da pesquisa pareciam sólidos, a metodologia

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10 de jun.3 min de leitura


Por que a rejeição é o indicador mais ignorado nas pesquisas eleitorais e o mais estratégico para a campanha?
Se você perguntar a qualquer coordenador de campanha o que ele quer saber de uma pesquisa eleitoral, a resposta quase invariavelmente será: quem está na frente. Essa é a pergunta certa. Mas ela responde apenas metade do que importa. A outra metade, que raramente é verificada com a atenção que merece, é a rejeição. O que a rejeição revela A intenção de voto mostra onde o candidato está agora. A rejeição mostra onde ele pode chegar. Ela define o teto de cada candidatura: a parc

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7 de jun.2 min de leitura


Você sabia que a ordem das perguntas no seu questionário eleitoral pode estar distorcendo os resultados?
Quando alguém monta um questionário eleitoral pela primeira vez, a preocupação costuma ser com o conteúdo das perguntas. Se estão bem escritas, se são claras, se cobrem os indicadores necessários. O que quase ninguém considera é que a ordem em que essas perguntas aparecem pode comprometer todo o resultado, mesmo que cada pergunta individualmente esteja perfeita. Por que a ordem importa? O eleitor que responde uma pesquisa não processa cada pergunta de forma isolada. Ele é inf

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4 de jun.2 min de leitura
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